"–Meu nome é ninguém, eu sou o filho perdido, nascido em quatro de julho. – ele sorriu, enigmático – Fui criado em uma era de heróis e vilões, que me deixaram em uma situação de “vivo ou morto”. Sou uma nação, um trabalhador de orgulho, meu débito com o status quo. As cicatrizes em minhas mãos e os meios para um fim é tudo o que eu tenho a mostrar. Engoli meu orgulho e engasguei-me com minha fé, dei meu coração e minha alma. Quebrei meus dedos e menti por entre meus dentes, o pilar do controle de danos. Estive no precipício e joguei o buquê de flores em cima da sepultura. Sentei-me na sala de espera, desperdiçando meu tempo, esperando pelo dia do julgamento. Prezo pela liberdade, pela Liberdade de Obedecer. Vê esse CD? – ele apontou para o CD em minhas mãos – Essa é a música que me estrangula. A música que conta sobre minhas ideias. Enfim, não ultrapasse a linha. Até mais. – dito isso, ele foi embora. Arqueei as sobrancelhas mais uma vez. Antes de fechar a porta atrás de si, Frank disse:
–Vejo você por aí, vampiro. "
Esse texto foi escrito pela Adrenaline Earthquake
07/10/2012
Vejo você por ai, vampiro
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